O Natal é realmente a última oportunidade de recuperação de vendas do varejo este ano?

O setor varejista segue com a campanha de Natal em 2020, inseridos em um contexto muito diferente, como tudo neste ano. O jeito de vender mudou, seguindo as novas demandas do consumidor. Com esse panorama, vendas e trade marketing pedem estratégias e tomada de decisão mais assertivas e dinâmicas.

Embora este período seja o momento mais aguardado pelo varejo, pois concentra as melhores oportunidades para o segmento, a recuperação das vendas, afetada pela inconstância do período de pandemia, torna o respeito às etapas do planejamento prévio um verdadeiro desafio. 

Pois, como prever próximos passos se ainda não temos data para a vacina do coronavírus e, em alguns estados e municípios, a reabertura do comércio é parcial, além das medidas de proteção podendo voltar a uma maior rigidez?

Acompanhe esse artigo da Soul e entenda como, mesmo em tempos nebulosos, é possível ter perspectivas mais realistas e assertivas.

 

O setor varejista – perdas e ganhos de 2020 

O varejo brasileiro sofreu, de forma inédita, os percalços do ano de 2020. Com a pandemia, as vendas caíram e empresas tiveram que demitir ou fechar suas portas, muitas vezes, definitivamente.

Voltando algumas casas nesta história, no Brasil, a Covid-19 chegou oficialmente depois do Carnaval, com a quarentena decretada em março. A partir daí, comércio e serviços pararam e, consequentemente, o crescimento do país também. Para os economistas, a retração do Produto Interno Bruto (PIB) chegará a cerca de 4,5% neste ano. 

E, para 2021, que marcará certa continuidade,mas também a finalização deste ciclo, podemos destacar como as principais tendências ao mercado varejista:

1 – A transparência no rastreamento de origem dos produtos: ela se justifica pela mudança no comportamento do consumidor, que detém mais informação e prioriza essa relação clara com o consumo.

2 – Embalagens interativas: utilizadas como canal de contato, comunicação e identificação com o público.

3 – Consumidores mais criteriosos com a priorização de seus gastos: com prioridades diferentes e uma relação de compras mais consciente e pautada em experiência.

Fazendo um paralelo entre o passado recente e um futuro próximo, podemos concluir que é possível haver uma migração de categorias na busca dos consumidores. Portanto, pensando em Natal, mesmo recebendo o 13º salário, é provável que o shopper seja mais comedido em seus gastos, com uma compra mais criteriosa, que preze por uma continuidade daquela experiência.

Outro ponto a ser considerado é a relação dos supermercados e pontos de venda com os protocolos de segurança. Ou seja, demonstrar que a loja está segura, com toda a equipe usando equipamentos de proteção e rastreabilidade clara dos produtos, identificadas na trajetória de compra, desde o campo até as gôndolas, é enriquecer esta experiência, remetendo cuidado e respeito ao consumidor.

 

Planejamento além das boas festas

Diante desta breve análise e perspectiva 360 graus, fica claro que nas estratégias para o fim de ano é necessário considerar melhorias a fim de qualificar ainda mais a experiência de compra do shopper, agora mais consciente e em constante mudança.

Pensando em consumidor e economia, com o entendimento de que a fase incerta ainda não acabou, a Soul trabalha suas ações no que é mais assertivo – dados, expertise de mercado e treinamento de pessoas, desenvolvendo soluções conectadas ao negócio dos clientes, com responsabilidade e foco em resultados.

Fale com um Souler e entenda como esse modelo de planejamento é o alicerce mais seguro nesta data sazonal e no ano novo que se aproxima.