Image Alt

BLOG

Os reflexos da pandemia nas relações de compra e venda de produtos

 

A pandemia do novo coronavírus trouxe mudanças consideráveis na rotina de compras do consumidor e principalmente nas tendências do cenário econômico em todo o mundo. 

Nesse contexto, o mercado brasileiro de varejo foi altamente afetado durante o período do isolamento social. A demanda por determinados produtos se alterou e novas tecnologias passaram a ser implementadas para manter as vendas e minimizar as consequências.

 

Os impactos da pandemia no varejo

Com o crescimento constante do novo coronavírus em todo o país, o isolamento social surgiu como uma forma de evitar a propagação da doença. Isso gerou uma quebra de estoque no varejo, principalmente no setor alimentício e de limpeza.

Em cenários de pandemia como o que vivemos, é comum que as pessoas comprem mantimentos em maior quantidade para estocar durante o período da quarentena. 

Esse foi o principal desafio enfrentado pelo varejo, uma vez que o setor lida diretamente com necessidades humanas de consumo. Dentre as medidas adotadas por empresas do segmento, algumas se destacam:

  • Proteger os colaboradores e manter as operações.
  • Atender os clientes e a comunidade.
  • Estabilizar a cadeia logística.
  • Garantir o desempenho financeiro e a liquidez.
  • Redefinir e fortalecer as operações internas da loja.

 

A comunicação como ferramenta

Quando falamos de colaboradores, algumas empresas optaram por realocar as atividades para o regime de home office, enquanto outras mantiveram as operações, seguindo padrões de segurança (principalmente supermercados e farmácias).

Agora, mais do que nunca, é essencial que haja uma comunicação contínua entre funcionários, clientes e fornecedores. É preciso também que os líderes implementem ações para garantir condições de trabalho adequadas.

Na logística, também houve um grande impacto por parte dos picos de demanda, recebimentos confusos por parte de fornecedores, rupturas de estoques e, consequentemente, a perda de vendas. Mais uma vez, implementar um modelo de comunicação eficiente é extremamente necessário.

 

O cenário do varejo para os próximos meses

Nos Estados Unidos, segundo o Departamento do Comércio Americano, a reabertura de restaurantes e lojas estimulou um aumento nas vendas do varejo de 7,5% no mês de junho. 

Já no Brasil, a recuperação poderá ser um pouco mais longa e a previsão é de que em 2022 alcancemos as mesmas marcas do ano de 2019. Isso se explica pela profunda desorganização durante o período da pandemia, além de questões políticas, sociais e econômicas que ainda serão impostas ao mercado.

 

Nas dificuldades, surgem oportunidades e soluções

Embora a recuperação do varejo possa ser refletida daqui a alguns anos, algumas medidas já estão sendo tomadas por muitas empresas que pensam a longo prazo. 

Para garantir o desempenho financeiro e a liquidez, por exemplo, soluções em nuvem permitem disponibilizar informações de receita, depreciação, custos adicionais de mão de obra e o impacto no fluxo de caixa em tempo real.

Nas operações em lojas, apostar em soluções de reconhecimento facial permite que os clientes realizem pagamentos via face checkout e de uma maneira muito mais segura. 

Além disso, agora é o momento ideal para que o setor do varejo foque em soluções que analisem o comportamento de compras do cliente, checagem de estoques em tempo real e até mesmo a integração com aplicativos de entrega (Uber Eats, iFood, dentre outros).

POSTE UM COMENTÁRIO

d
Sed ut perspiclatis unde olnis iste errorbe ccusantium lorem ipsum dolor